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Empresa dos EUA vai à Justiça contra tarifa de Trump sobre suco de laranja do Brasil

Johanna Foods afirma que tarifa imposta por Trump é inconstitucional e ameaça o abastecimento do produto no país

Da redação*
DA REDAÇÃO*

22/07/2025 • 13:22 • Atualizado em 22/07/2025 • 13:22

Resumo

Tarifa sobre suco de laranja brasileiro enfrenta contestação judicial nos EUA;

Johanna Foods processa governo americano alegando inconstitucionalidade da tarifa de 50% imposta por Trump, destacando o impacto negativo para a economia e abastecimento do país;

Setor de bebidas americano, dependente de importações do Brasil, teme aumento de preços e inflação, enquanto outros setores como o de carnes apoiam a medida para favorecer produção nacional.

A empresa Johanna Foods entrou na Justiça dos Estados Unidos contra a tarifa de 50% anunciada pelo ex-presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros. O foco da ação da produtora é o suco de laranja importado do Brasil, que representa parte essencial do portfólio da companhia.

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A produtora alega que a medida, prevista para entrar em vigor em 1º de agosto, é inconstitucional e pode provocar danos à própria economia americana. A produção nacional de suco de laranja não é suficiente para abastecer o mercado interno, o que torna a importação brasileira estratégica para o setor.

Suco brasileiro tem grande consumo nos EUA

Com forte presença no varejo americano, a Johanna Foods afirma que a sobretaxa pode afetar não apenas seus lucros, mas também o preço final ao consumidor. O setor de bebidas teme aumento da inflação e possível desabastecimento nas gôndolas de supermercados.

Enquanto o governo brasileiro busca alternativas diplomáticas para reverter a medida, empresas norte-americanas que dependem da importação de produtos do Brasil começam a judicializar o tema. O caso da Johanna Foods é o primeiro de grande repercussão ligado ao setor de alimentos.

Reações divididas nos Estados Unidos

A ofensiva legal da Johanna contrasta com a postura de outros setores americanos, como o de carnes, que apoiam a tarifa. Entidades ligadas à pecuária nos EUA chegaram a defender publicamente a restrição à carne brasileira, argumentando que a taxação favorece a produção nacional.

Ainda não há manifestação formal da Casa Branca sobre a contestação judicial. No entanto, em ocasiões anteriores, Donald Trump já recuou ou adiou medidas semelhantes, o que mantém a expectativa de revisão entre empresários dos dois países.

Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.