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Espião de Daniel Vorcaro tem morte encefálica após tentativa de suicídio

Luiz Felipe Mourão, conhecido como 'Sicário' do banqueiro, atentou contra a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal em Minas Gerais; ele era peça-chave no esquema de intimidação.

Por Redação
REDAÇÃO

05/03/2026 • 08:57 • Atualizado em 05/03/2026 • 08:57

"Sicário", Mourão

"Sicário", Mourão

Reprodução

A investigação em torno do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve uma reviravolta dramática com a confirmação da morte encefálica de seu suposto espião, Luiz Felipe Machado de Moraes Mourão. Conhecido como "Sicário", Mourão tentou tirar a própria vida enquanto estava sob custódia na superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais, após ser preso na terceira fase da operação que apura um vasto esquema criminoso.

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Mourão foi detido sob a acusação de ser o operador de uma complexa estrutura de intimidação e monitoramento de adversários do grupo de Vorcaro. Após a tentativa de suicídio no cárcere, ele chegou a ser socorrido pelos agentes federais e levado ao hospital, mas não resistiu.

A Polícia Federal comunicou oficialmente o ocorrido ao gabinete do ministro relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF) e instaurou um procedimento para apurar todas as circunstâncias da morte. Mourão era apontado como o líder operacional da milícia privada "A Turma".

Este grupo era supostamente financiado por Vorcaro para executar ações de espionagem, ameaças e ataques contra críticos e desafetos. As investigações revelaram que Mourão era o responsável por acessar ilegalmente bancos de dados sigilosos e coordenar ações de intimidação, como as ordens de Vorcaro para agredir o jornalista Lauro Jardim.

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