
Sicário de Vorcaro
Reprodução
A família de Luiz Felipe Mourão, conhecido como "Sicário", está questionando a versão oficial sobre a sua morte enquanto estava sob custódia da Polícia Federal em Belo Horizonte. Em nota, os familiares afirmam que ainda não tiveram acesso a provas fundamentais, como as imagens das câmeras de segurança da carceragem, o inquérito sobre o ocorrido ou o laudo do Instituto Médico Legal (IML) que determina a causa da morte.
Mourão morreu no dia 6 de março no Hospital João XXIII, na capital mineira, e foi enterrado dois dias depois, em 8 de março. Segundo a família, eles não foram informados oficialmente sobre a suposta tentativa de suicídio que teria levado à sua hospitalização e posterior falecimento, tomando conhecimento do caso apenas por meio de notícias divulgadas pela imprensa.
Os parentes também criticam o uso do apelido "Sicário" associado a Luiz Felipe Mourão e negam categoricamente qualquer envolvimento dele com crimes violentos. Eles afirmam que aguardam o acesso às provas da Operação Cúmplice Zero, na qual ele era investigado, para poderem preservar a sua memória e esclarecer os fatos.
A falta de acesso às gravações e aos documentos oficiais, segundo a família, impede o esclarecimento completo das circunstâncias da morte. A Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF), que supervisiona o caso, ainda não teriam liberado as informações solicitadas.
Newsletter Notícias
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:


