
Gabriel Galípolo
© Lula Marques/ Agência Brasil
Em depoimento à CPI do Crime Organizado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, negou ter conversado com o ministro do STF, Alexandre de Moraes, sobre o caso do Banco Master. Ele afirmou que suas reuniões com ministros da Corte trataram da Lei Magnitsky, uma legislação dos EUA sobre sanções, e envolviam o sigilo bancário dos próprios magistrados.
Questionado sobre um encontro do banqueiro Daniel Vorcaro com o presidente Lula, Galípolo disse que a orientação que recebeu foi para agir de forma técnica, "sem proteger ou perseguir ninguém".
O presidente do BC também isentou seu antecessor, Roberto Campos Neto, de qualquer culpa na condução do caso Master, afirmando que nenhuma auditoria ou sindicância encontrou irregularidades em sua gestão. Paralelamente, a empresária Marta Graef, ex-namorada de Vorcaro, criticou em redes sociais o vazamento de mensagens e negou saber de qualquer irregularidade.
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