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Novo líder do Irã ameaça atacar todas as bases americanas na região

Mojtaba Khamenei, sucessor do pai, Ali Khamenei, promete vingar "sangue de mártires" e manter Estreito de Hormuz fechado; ataque dos EUA a navio iraniano eleva tensão.

Por Redação
REDAÇÃO

12/03/2026 • 20:54 • Atualizado em 12/03/2026 • 20:54

A crise no Oriente Médio atingiu um novo pico de tensão nesta quarta-feira. Em seu primeiro pronunciamento oficial, o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, fez ameaças diretas aos Estados Unidos, anunciando novos ataques a bases americanas na região e prometendo vingar o "sangue de seus mártires". A declaração, lida na TV estatal iraniana, é uma resposta direta à escalada de violência que resultou na morte de seu pai, o aiatolá Ali Khamenei.

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"Todas as bases americanas da região devem ser fechadas imediatamente. Essas bases serão atacadas", disse Mojtaba, que também defendeu a manutenção do bloqueio ao Estreito de Hormuz como um "instrumento de pressão contra o inimigo". A fala ocorre dias após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que a guerra estava "perto do fim".

Análise: as mentiras de Trump e a complexa geopolítica da ONU

Durante o Jornal Gente, o jornalista Zaidan analisou o cenário e destacou a hipocrisia e as mentiras que marcam o conflito. A declaração de Trump de que o Irã atacaria primeiro foi classificada como "infanto-juvenil", uma justificativa para consumo interno. Zaidan também apontou para a complexa teia de interesses no Conselho de Segurança da ONU.

Uma resolução proposta por países árabes, condenando os ataques do Irã a seus vizinhos, foi aprovada com a abstenção de Rússia e China. "Por que não vetaram?", questionou Zaidan. "A resolução não faz menção às ações dos Estados Unidos e de Israel. Não faz menção a uma agressão decidida em Washington". A resposta, segundo o analista, está nos interesses comerciais: Rússia e China não quiseram criar atrito com parceiros importantes como Arábia Saudita e Israel, mesmo sendo aliados do Irã.

Ataque "pirata" e o líder "invisível"

A tensão foi agravada por um ataque de um submarino americano que afundou uma fragata iraniana no Oceano Índico, um ato classificado por Zaidan como "pirata" e que ignora qualquer regra do direito internacional.

Enquanto isso, o novo líder do Irã, Mojtaba Khamenei, permanece "invisível". Seu pronunciamento foi apenas lido, e ele não apareceu em público, o que alimenta as suspeitas de que tenha sido ferido no bombardeio que matou seu pai. A análise é de que ele está evitando o uso de qualquer aparelho eletrônico para não revelar sua localização, já que Israel prometeu "matar o sucessor de Khamenei" e, segundo informações, teria hackeado o sistema de vigilância de Teerã para localizar seu antecessor. A guerra, conclui Zaidan, se autoalimenta, e as chances de uma solução diplomática são cada vez menores.

*Texto gerado por IA e revisado pela equipe band.com.br