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Gastos dos EUA na guerra contra o Irã superam R$ 580 bilhões

Saída de Joe Kent expõe divisões no governo americano enquanto custo diário do conflito atinge US$ 2 bilhões; Israel intensifica assassinatos de alto escalão iraniano.

Por Redação
REDAÇÃO

18/03/2026 • 22:14 • Atualizado em 18/03/2026 • 22:14

Baixa no Governo Trump

A guerra no Oriente Médio provocou a primeira grande ruptura no alto escalão do governo de Donald Trump. O chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo, Joe Kent, renunciou ao cargo em protesto direto contra a condução do conflito.

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Ex-militar das Forças Especiais e até então aliado próximo do presidente, Kent afirmou em sua carta de renúncia que o Irã não representava uma "ameaça iminente" e que os Estados Unidos foram empurrados para o conflito por pressões externas. A demissão é vista como um golpe simbólico que expõe divisões profundas na base política de Trump, que historicamente defendia uma postura menos intervencionista.

A Conta da Guerra: US$ 2 bilhões por dia

Além da crise política, os números econômicos acenderam o alerta no Congresso americano. Apenas na primeira semana de combate, o custo estimado para os cofres dos EUA foi de US$ 100 bilhões (cerca de R$ 587 bilhões).

Analistas da Rádio Bandeirantes destacam uma disparidade econômica estratégica no campo de batalha:

Guerra Assimétrica: Enquanto o Irã utiliza drones de baixo custo (aproximadamente US$ 20 mil cada), os EUA e Israel são obrigados a utilizar sistemas de defesa sofisticados e mísseis interceptores que custam milhões de dólares por unidade.

Recuo Naval: Pela primeira vez, os EUA afastaram seus dois maiores porta-aviões — o USS Gerald Ford e o USS Abraham Lincoln — da costa iraniana. A movimentação ocorreu após ataques da artilharia iraniana que teriam provocado um incêndio no Gerald Ford, fato não confirmado oficialmente pelo Pentágono como ação inimiga.

Israel autoriza "caça" a líderes iranianos

No front militar, a tensão subiu após o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, anunciar uma autorização prévia geral para que as forças militares executem figuras de alto escalão do Irã sem necessidade de consultas adicionais ao governo.

As baixas recentes incluem:

Ismael Khatib: Ministro de Inteligência do Irã, morto em um ataque recente.

Ali Larijani: Principal conselheiro do líder supremo Ali Khamenei. A morte de Larijani é considerada um golpe mais severo ao regime do que a de Qasem Soleimani em 2020, dado o seu papel central na coordenação entre o governo, o parlamento e a Guarda Revolucionária.

*Texto gerado por IA e revisado pela equipe band.com.br