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Homem é preso por esquema de falso estacionamento no Butantã

Investigado foi localizado após rastreamento de pagamentos via Pix e já tinha antecedentes por crimes semelhantes

Por Redação
REDAÇÃO

31/03/2026 • 13:59 • Atualizado em 31/03/2026 • 13:59

Falso estacionamento: bandidos fingem ser manobristas e furtam carros em SP

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A Polícia Civil de São Paulo prendeu temporariamente, na noite desta segunda-feira (30), um homem de 40 anos suspeito de integrar um esquema de falso estacionamento no bairro do Butantã, na Zona Oeste da capital paulista. O investigado se apresentou espontaneamente na 34ª Delegacia de Polícia, na Vila Sônia, após ser identificado como um dos envolvidos.

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A prisão foi realizada com base em mandado expedido pela Justiça no mesmo dia. O prazo inicial da detenção é de cinco dias, podendo ser prorrogado por igual período, conforme prevê a legislação.

O suspeito foi indiciado pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa. Após a formalização da prisão, ele foi encaminhado ao 91º Distrito Policial, na região do Ceagesp, onde permanece à disposição da Justiça. A audiência de custódia está prevista para esta terça-feira (31).

As investigações avançaram a partir da análise de transações financeiras realizadas por meio de Pix. De acordo com a polícia, os valores pagos pelas vítimas eram transferidos para a conta de uma familiar do suspeito, que, segundo os investigadores, não tem participação no esquema.

O golpe consistia na simulação de um serviço regular de estacionamento em áreas próximas a eventos, com cobrança indevida de motoristas. A prática, segundo a Polícia Civil, já havia sido adotada anteriormente pelo investigado, que possui antecedentes por crimes semelhantes.

Ainda de acordo com as autoridades, o suspeito atuava ocupando irregularmente terrenos e organizando falsas estruturas de estacionamento para atrair vítimas. A apuração busca agora identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer a extensão da atuação do grupo e apurar se há outras vítimas na capital paulista.