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Impeachment de Júlio Casares avança e aprofunda crise no São Paulo

Votação híbrida do impeachment do presidente do São Paulo fortalece oposição, gera protestos da torcida e amplia instabilidade política e esportiva no clube.

Por Redação
REDAÇÃO

13/01/2026 • 11:44 • Atualizado em 13/01/2026 • 11:44

Impeachment Júlio Casares

Impeachment Júlio Casares

Divulgação / SPFC

O impeachment de Júlio Casares entrou em uma nova fase no São Paulo Futebol Clube com a definição de que a votação será realizada de forma híbrida, presencial e remota, após decisão do Conselho. A crise no São Paulo se intensifica às vésperas da votação que pode afastar o presidente do cargo.

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A oposição conseguiu reduzir o número mínimo de votos necessários para a abertura do processo de impeachment de Júlio Casares, passando de 191 para 170 conselheiros. A votação está prevista para sexta-feira, mas pode sofrer nova alteração após recurso anunciado pela defesa do presidente. Pelo estatuto do clube, o processo precisa ser concluído até o dia 22 de janeiro.

Além do avanço do impeachment de Júlio Casares, a crise no São Paulo extrapola os bastidores políticos e atinge o ambiente esportivo. A torcida planeja protestos no Morumbi, especialmente no portão 17, durante o dia da votação. O cenário também preocupa a comissão técnica e jogadores, em meio a resultados negativos no Campeonato Paulista.

Outro ponto que agrava a crise no São Paulo é a possibilidade de saída de Muricy Ramalho. O coordenador, afastado após procedimento de saúde, acompanha os desdobramentos políticos e avalia deixar o cargo antes do fim do contrato.

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