
Impeachment Júlio Casares
Divulgação / SPFC
O impeachment de Júlio Casares entrou em uma nova fase no São Paulo Futebol Clube com a definição de que a votação será realizada de forma híbrida, presencial e remota, após decisão do Conselho. A crise no São Paulo se intensifica às vésperas da votação que pode afastar o presidente do cargo.
A oposição conseguiu reduzir o número mínimo de votos necessários para a abertura do processo de impeachment de Júlio Casares, passando de 191 para 170 conselheiros. A votação está prevista para sexta-feira, mas pode sofrer nova alteração após recurso anunciado pela defesa do presidente. Pelo estatuto do clube, o processo precisa ser concluído até o dia 22 de janeiro.
Além do avanço do impeachment de Júlio Casares, a crise no São Paulo extrapola os bastidores políticos e atinge o ambiente esportivo. A torcida planeja protestos no Morumbi, especialmente no portão 17, durante o dia da votação. O cenário também preocupa a comissão técnica e jogadores, em meio a resultados negativos no Campeonato Paulista.
Outro ponto que agrava a crise no São Paulo é a possibilidade de saída de Muricy Ramalho. O coordenador, afastado após procedimento de saúde, acompanha os desdobramentos políticos e avalia deixar o cargo antes do fim do contrato.
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