
PM Gisele Alves Santana e tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto
Reprodução
A Justiça mantém a prisão do tenente-coronel Geraldo Neto pela morte da esposa, a policial Gisele Santana.
Em audiência de custódia, o TJ considerou que não houve ilegalidades na detenção, realizada nesta semana após a conclusão do inquérito sobre o caso.
Em mais de MIL páginas, o documento traz detalhes da relação do casal que mostrava sinais de agressividade por parte do coronel bem antes de Gisele ser assassinada.
Apenas cinco dias antes do crime, Gisele chega a comentar que está quase solteira, após afirmar que queria se separar; no que o coronel Neto responde: jamais será.
Além disso, a perícia comprova que a mulher foi morta com um tiro disparado por ele e foi imobilizada no momento do disparo.
O tenente-coronel Neto está detido no presídio Romão Gomes, para onde são levados policiais que cometem algum tipo de crime.
Nos próximos dias, deve ser definido se o coronel será julgado pela justiça militar ou pela comum.
A tendência é que o caso seja levado para a justiça comum, já que a militar não enquadra análise de crimes como feminicídio.
A Justiça já aceitou a denúncia contra o coronel e o tornou réu por feminicídio e fraude processual.
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