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Liderança drusa assume segurança no sul da Síria após bombardeios de Israel

Após três dias de ataques, governo sírio transfere segurança a líderes drusos e sinaliza trégua com Israel

Da redação*
DA REDAÇÃO*

17/07/2025 • 14:12 • Atualizado em 17/07/2025 • 14:12

Resumo

Bombardeios israelenses atingiram alvos na Síria, incluindo o Ministério da Defesa em Damasco, como resposta à suposta repressão à minoria drusa pelo regime sírio. Israel justificou os ataques pela perseguição aos drusos;

Governo interino sírio, liderado por Ahmad al-Shala, retirou suas tropas do sul do país, passando o controle da segurança para líderes drusos. Esta ação busca estabilizar a região e acalmar as tensões com Israel;

Estados Unidos acompanham a situação como mediadores, visando uma reaproximação entre Israel e Síria e o isolamento do Irã. A comunidade drusa, que tem forte presença em Israel, desempenha um papel-chave na geopolítica local.

Após três dias consecutivos de bombardeios israelenses contra alvos na Síria, o governo interino de Ahmad al-Shala anunciou a retirada das tropas do sul do país e transferiu a responsabilidade pela segurança local para líderes da minoria drusa. A medida visa acalmar as tensões com Israel, que alegou perseguição a drusos como justificativa para os ataques.

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Os bombardeios israelenses atingiram inclusive o Ministério da Defesa sírio, na capital Damasco. Segundo o governo de Israel, a ação foi uma resposta à suposta repressão à minoria drusa por parte do atual regime sírio, composto por fundamentalistas islâmicos que assumiram o poder após a queda de Bashar al-Assad.

O presidente interino sírio nega qualquer perseguição à comunidade drusa. A decisão de transferir o controle da segurança a representantes dessa minoria foi apresentada como um gesto para preservar a estabilidade na região. Os Estados Unidos acompanham a movimentação de perto e atuam como mediadores, com interesse em uma reaproximação entre Israel e Síria e no isolamento do Irã.

Os drusos são considerados aliados de Israel. Há cerca de 150 mil drusos vivendo em território israelense, muitos dos quais servem nas Forças de Defesa de Israel. A comunidade tem grande relevância geopolítica na região e, por sua ligação histórica com Israel, tornou-se um elemento sensível nos conflitos envolvendo os países vizinhos.

A transferência de responsabilidade pela segurança aos líderes drusos é vista como uma tentativa de trégua. Ainda não se sabe, no entanto, se a medida resultará em cessar-fogo duradouro. A situação segue instável, e novas ofensivas não estão descartadas.

Enquanto isso, na Faixa de Gaza, o conflito persiste. Mais de 20 palestinos morreram em bombardeios israelenses na manhã desta quarta-feira (17), incluindo ataques a uma igreja católica. A ONU alerta para um cenário de fome generalizada e sofrimento extremo no enclave palestino.

Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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