
Homem acusado de estuprar ao menos 17 mulheres é preso ao ser reconhecido pelo Smart Sampa
Reprodução/Brasil Urgente
O programa de monitoramento por imagens Smart Sampa, da prefeitura de São Paulo, ajudou na prisão de mil criminosos que estavam foragidos da Justiça, entre outubro do ano passado, quando o sistema passou efetivamente a fazer a contagem, e esta segunda-feira (14).
A prisão de número 1.000 é de um homem de 70 anos condenado a 32 anos de prisão por estupro de vulnerável, foragido desde março de 2019, informou o governo do estado.
O homem foi identificado quando entrava em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na Zona Sul da capital, onde foi detido pela Guarda Civil Metropolitana (GCM).
Com aprovação de 89% da população, segundo pesquisa IPESPE, o programa foi criado pela Prefeitura de São Paulo para incrementar a política de segurança pública da cidade e garantir respostas rápidas a crimes e emergências, além de auxiliar na busca por desaparecidos.
Entre esses foragidos reconhecidos por uma das 25 mil câmeras do Smart Sampa distribuídas pela cidade e presos em seguida, estão assassinos, estupradores, ladrões de banco, integrantes de facções criminosas e até da máfia chinesa. Somente neste ano, foram presos 682 foragidos.
Das 25 mil câmeras, 4 mil têm a tecnologia de reconhecimento de placas de veículos. Os aparelhos estão posicionados em pontos estratégicos da cidade, cobrindo todas as regiões, inclusive nas entradas e saídas do município.
Integração de sistemas
Atualmente, o programa tem acesso ao banco de dados do governo federal para identificação de veículos roubados ou furtados em circulação pela cidade, ao cadastro de procurados e foragidos da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e, também, à listagem de pessoas desaparecidas da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC).


