
Tentente Geraldo Neto e PM Gisele
Redes sociais/Reprodução
O pedido de prisão preventiva do tenente-coronel Geraldo Rosa Neto, investigado pela morte da policial militar Gisele Alves, deve avançar rapidamente nas próximas horas após ser protocolado pela Polícia Civil de São Paulo. O processo agora entra na fase de análise do Ministério Público.
De acordo com informações apuradas, o pedido será inicialmente avaliado por uma promotora que já acompanha o caso desde o início das investigações.
A expectativa é de que o parecer do Ministério Público seja emitido em curto prazo. Na prática, essa manifestação serve como uma recomendação à Justiça, que poderá concordar ou não com a solicitação feita pela Polícia Civil. Após essa etapa, o caso segue para análise do Poder Judiciário, responsável pela decisão final sobre a eventual decretação da prisão.
A Polícia Civil sustenta que há elementos suficientes para justificar a prisão preventiva do oficial, sob o argumento de que, em liberdade, ele poderia interferir no andamento das investigações ou do processo judicial. A medida, no entanto, não representa uma condenação, mas sim uma ação cautelar prevista na legislação brasileira.
O caso segue sob sigilo de Justiça, e os detalhes dos laudos periciais que embasaram o pedido não foram divulgados. Ainda assim, fontes indicam que os documentos tiveram papel central na decisão da polícia de formalizar a solicitação.
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