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O que muda com a redução da pressão da água pela Sabesp em SP

Medida vale das 21h às 5h e pode afetar mais os moradores de bairros altos; saiba como se preparar

Da redação
DA REDAÇÃO

27/08/2025 • 14:47 • Atualizado em 27/08/2025 • 14:47

A Sabesp começa nesta quarta-feira (27) a reduzir a pressão da água durante a noite na Região Metropolitana de São Paulo. A medida preventiva, autorizada pela Arcesp, busca preservar os mananciais que abastecem a capital e cidades vizinhas, que operam com apenas 38% da capacidade.

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A redução ocorre todos os dias, das 21h às 5h, e deve se estender ao menos até meados de setembro, quando as chuvas da primavera devem aliviar o sistema. Mas afinal, o que muda para a população?

Quem será mais afetado?

Segundo a Sabesp, o impacto varia conforme a localização dos imóveis. Em bairros mais baixos, a pressão deve se manter quase inalterada. Já nas regiões mais altas, chamadas de pontos críticos, a queda tende a ser mais perceptível.

Imóveis sem caixa d’água própria podem enfrentar dificuldades maiores, enquanto quem tem reservatório doméstico dificilmente notará a mudança.

Em quais horários a pressão cai?

O corte ocorre diariamente das 21h até as 5h do dia seguinte. Durante esse período, a água chega às residências com menos força, podendo afetar torneiras e chuveiros, principalmente em casas localizadas em áreas elevadas.

Por quanto tempo vale a medida?

Ainda não há prazo definido para o fim da restrição. A Sabesp estima que a redução da pressão deve permanecer pelo menos até setembro, quando começa o período chuvoso. A medida pode ser revista caso os níveis dos reservatórios subam antes.

Como economizar água em casa?

Além da ação técnica, autoridades reforçam a necessidade de conscientização da população. O diretor da Arsesp, Tiago Veloso, lembrou que o consumo voltou a níveis anteriores à crise hídrica de 2014, acendendo um alerta.

Entre as recomendações estão evitar o uso de mangueiras para lavar calçadas ou carros, fechar a torneira ao escovar os dentes e reduzir o tempo de banho. “Medidas simples trazem grande resultado na preservação dos reservatórios”, destacou.

A situação dos sistemas é preocupante: o Cantareira opera com apenas 35% da capacidade, enquanto o Rio Grande, que costumava ficar perto de 100%, está em 58%. Os demais variam entre 20% e 30%.

Com a redução da pressão, a Sabesp espera garantir que a água disponível dure até a chegada das chuvas de primavera.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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