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O que se sabe sobre o resgate do piloto americano após 36 horas no Irã

Em meio a uma intensa guerra de informações entre EUA e Irã, a saga do militar que se escondeu por 36 horas após a queda de seu caça F-15 torna-se o estopim para novas ameaças de Donald Trump.

Por Redação
REDAÇÃO

06/04/2026 • 10:47 • Atualizado em 06/04/2026 • 10:47

Fragmento de caça dos EUA, segundo a mídia iraniana

Fragmento de caça dos EUA, segundo a mídia iraniana

IRIB via Reuters

Em um dos episódios mais tensos do conflito no Oriente Médio, que chega ao seu 38º dia, uma operação de resgate executada por forças especiais americanas em território iraniano se tornou o centro de uma acirrada guerra de narrativas entre Washington e Teerã. A missão, descrita como "espetacular" por fontes ocidentais, resgatou um piloto de um caça F-15 que havia sido abatido.

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O evento serviu para escalar ainda mais a retórica do presidente americano, Donald Trump, que adiou, mas manteve, um ultimato para "dizimar" a infraestrutura do Irã. Enquanto isso, o conflito se espalha, com ataques a países do Golfo, como Emirados Árabes e Kuwait, e bombardeios israelenses no Líbano.

O que se sabe sobre o resgate

O Incidente: Um caça F-15 dos Estados Unidos foi abatido sobre o território do Irã.

Os Pilotos: Dois pilotos que estavam na aeronave conseguiram se ejetar no momento da queda. Um deles foi resgatado rapidamente.

A Caçada: O segundo piloto ficou ferido e permaneceu escondido em solo iraniano por 36 horas. Durante este período, o regime dos aiatolás ofereceu uma recompensa por sua captura, vendo-o como um importante trunfo para futuras negociações.

A Operação: Forças especiais dos Estados Unidos realizaram uma operação para salvar o piloto ferido de dentro do território inimigo. Ele foi resgatado e levado para o Kuwait.

A Guerra de Informações: Após a operação, os dois lados apresentaram versões conflitantes sobre o ocorrido:

Versão dos EUA: A Casa Branca classificou a missão como uma "operação espetacular" e um "sucesso", afirmando não ter havido mortos ou feridos. Segundo esta versão, os equipamentos utilizados, como helicópteros, foram destruídos pelas próprias forças americanas para que não fossem capturados pelo Irã.

Versão do Irã: Teerã comunicou que a operação foi um "fracasso", alegando que aeronaves americanas foram destruídas por suas forças e que a missão resultou em mortos.

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