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Presidente do Santos sugere modelo com três rebaixados no Brasileirão

Marcelo Teixeira avalia que quatro clubes caindo é exagero e cita ligas europeias como referência

Da redação
DA REDAÇÃO

18/01/2026 • 17:15 • Atualizado em 18/01/2026 • 17:15

Marcelo Teixeira, presidente do Santos

Marcelo Teixeira, presidente do Santos

Raul Baretta / Santos

O presidente do Santos Futebol Clube, Marcelo Teixeira, sugeriu a adoção de um modelo com três clubes rebaixados no Campeonato Brasileiro Série A. Em entrevista ao Domingo Esportivo, da Rádio Bandeirantes, o dirigente afirmou que o atual formato, com quatro equipes caindo por temporada, é excessivo diante do grau de dificuldade da competição.

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Crítica ao atual modelo de rebaixamento

Ao comentar os critérios que vêm sendo debatidos nos bastidores do futebol brasileiro, Marcelo Teixeira avaliou que o número atual de rebaixados aumenta de forma desproporcional a pressão sobre os clubes ao longo do campeonato.

“O índice de clubes para o rebaixamento é muito alto. Quatro clubes caindo é exagerado para o Campeonato Brasileiro”, afirmou.

Segundo o presidente, a mudança tornaria o torneio mais equilibrado e daria maior previsibilidade esportiva às equipes envolvidas na disputa.

Experiência europeia embasa sugestão

Marcelo Teixeira citou a recente experiência no futebol europeu como parâmetro para a discussão. De acordo com o dirigente, ligas consideradas referência mundial adotam um número menor de rebaixados, mesmo em campeonatos altamente competitivos.

“Conhecemos o modelo inglês e outros regulamentos pelo mundo. Em um campeonato tão difícil como o brasileiro, três clubes para cair e três para subir seria um número mais adequado”, disse.

Mais estabilidade para clubes que sobem

Na avaliação do presidente do Santos, a redução do número de rebaixados também ampliaria as chances de permanência dos clubes que conquistam o acesso da Série B, permitindo maior estabilidade esportiva e financeira.

“Você garantiria que clubes que chegam da segunda divisão tenham mais chances de permanecer na primeira divisão”, completou.

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