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Produtora de eventos denuncia estado precário do Ginásio do Ibirapuera

Espaço tem fios soltos, vidros quebrados e entulho; secretaria de Esportes admite degradação e diz que processo de contratação de empresa de manutenção foi iniciado

MAIRA DI GIAIMO

24/06/2024 • 09:04 • Atualizado em 24/06/2024 • 09:04

Com paredes descascando, fios soltos, vidros quebrados e muito entulho, o Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, que engloba o ginásio do Ibirapuera, está degradado.

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O espaço de 100 mil metros quadrados é um marco da cidade de São Paulo.

A estrutura engloba o Ginásio Geraldo José de Almeida, conhecido como Ginásio do Ibirapuera, o Estádio Ícaro de Castro Mello, o Conjunto Aquático Caio Pompeu de Toledo, o Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiro e o Palácio do Judô.

Imagens feitas pela reportagem da Rádio Bandeirantes e por produtores de eventos mostram a situação precária do complexo.

Em nota, a Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo admitiu que o complexo passou por degradação ao longo dos anos.

Segundo a pasta, foi iniciado um processo para contratação de empresa para realização de manutenções no local, como a pintura do Ginásio Geraldo José de Almeida, além de uma obra de restauro da laje do Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiro, que está em andamento.

Paredes descascadas, vidro quebrado e entulho no Ginásio do Ibirapuera / Foto: Rádio Bandeirantes

Paredes descascadas, vidro quebrado e entulho no Ginásio do Ibirapuera / Foto: Rádio Bandeirantes

Além disso, a concessão de uso do complexo foi aprovada no Programa de Parcerias de Investimentos em 2023 e, neste momento, passa por estudo de viabilidade.

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