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Receita apreende 22 toneladas de camisas falsificadas no Porto de Santos

Carga com cerca de 120 mil camisetas falsificadas foi avaliada em quase R$ 18 milhões.

Por Redação
REDAÇÃO

27/05/2026 • 15:26 • Atualizado em 27/05/2026 • 15:26

Receita Federal

Receita Federal

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Receita Federal apreendeu no Porto de Santos 22 toneladas de camisas falsificadas de seleções e clubes de futebol.

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A operação ocorreu em meio ao aumento da procura por produtos esportivos durante o período de Copa do Mundo e resultou na retenção de um contêiner que transportava aproximadamente 120 mil camisetas irregulares.

Segundo informações divulgadas, a maior parte das peças imitava uniformes de países participantes da Copa do Mundo. O material estava acondicionado em um único contêiner interceptado pelas autoridades durante fiscalização no terminal portuário.

A apreensão faz parte de uma série de operações realizadas pela Receita Federal nos últimos meses para combater a entrada e a circulação de produtos falsificados no país.

Apenas nos últimos três meses, quase 100 toneladas de materiais esportivos falsificados foram retidas em 16 contêineres diferentes.

O valor estimado da carga apreendida no Porto de Santos é de quase R$ 18 milhões. As autoridades destacam que o comércio ilegal de produtos falsificados provoca prejuízos milionários às marcas oficiais, além de afetar a arrecadação de impostos e incentivar práticas irregulares no mercado.

A Receita Federal mantém operações de fiscalização em portos, aeroportos e centros de distribuição para identificar cargas suspeitas e impedir a comercialização de produtos que violem direitos de propriedade intelectual.

O Porto de Santos é considerado um dos principais pontos de entrada de mercadorias importadas no Brasil e frequentemente concentra operações desse tipo.

Além dos prejuízos financeiros, autoridades alertam para os riscos associados à comercialização de produtos falsificados, que não passam por controle de qualidade nem seguem padrões oficiais de fabricação.

No caso de materiais esportivos, a prática ilegal afeta diretamente fabricantes autorizados e o mercado formal.

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