O São Paulo apresentou nesta terça (17) a “regra de ouro”, iniciativa do presidente Harry Massis que tem como objetivo equilibrar as finanças do clube e reduzir a dependência da venda de atletas. A proposta visa tornar o clube financeiramente independente e organizar melhor o orçamento.
Ao mesmo tempo, o clube avançou na rescisão do contrato do meia Oscar, em um acordo estimado em R$ 10 milhões, que inclui:
- R$ 7 milhões em luvas pendentes
- R$ 2 milhões em comissões para empresários
Segundo o jornalista Valentin Furlan, do UOL, o valor da rescisão levantou questionamentos, principalmente porque Oscar não atua há meses.

Oscar durante sua apresentação como reforço do São Paulo em janeiro de 2025
Rubens Chiri/Saopaulofc.net
Críticas à decisão financeira
O ex-jogador e comentarista Craque Neto criticou o pagamento e lembrou que Oscar não participou das partidas recentes.
"Não precisa de regra de ouro, tem que ser honesto, não tem que ser bandido, não tem que ser ladrão. É só não desviar. […] Não jogou nada e leva 10 milhões, fora o que ele recebeu do tempo que ele estava. Absurdo!"
Situação do time e próximos desafios
Enquanto as questões financeiras e políticas dominam os bastidores, o time segue sob o comando do técnico Roger Machado. O São Paulo enfrenta o Atlético-MG, fora de casa, nesta quarta-feira. O atacante Lucas Moura deve ser poupado por causa do gramado sintético.
Estabilidade no São Paulo
A “regra de ouro” representa uma tentativa de transmitir responsabilidade financeira, mas o caso de Oscar mostra que o caminho para estabilidade e paz política no Morumbi ainda é longo. A diretoria terá que conciliar medidas de austeridade com decisões que afetam diretamente o orçamento do clube.
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