
CGU
Reprodução/Band
Um servidor público federal da Controladoria-Geral da União (CGU) foi afastado das funções após ser acusado de agredir a ex-companheira e o filho dela, uma criança de apenas quatro anos, no bairro de Águas Claras, no Distrito Federal. O caso, ocorrido nesta semana, passou a ser investigado em duas frentes: policial e administrativa.
De acordo com informações apuradas pela reportagem da Rádio Bandeirantes em Brasília, a Polícia Civil do Distrito Federal instaurou um inquérito policial para apurar as circunstâncias das agressões. Paralelamente, a própria CGU abriu procedimento interno para avaliar a conduta do servidor, que foi afastado das atividades e também perdeu um cargo de chefia que ocupava de forma substituta dentro do órgão.
Segundo a Controladoria-Geral da União, o afastamento foi imediato após a repercussão do caso. O servidor, de cerca de 50 anos, exercia função de chefia substituta em uma das seções da CGU. A ex-companheira, de aproximadamente 40 anos, e a criança foram as vítimas da agressão, o que aumentou a comoção e a gravidade do episódio.
O caso ocorreu em Águas Claras, região administrativa localizada a cerca de 10 quilômetros do centro de Brasília. A violência contra uma criança de quatro anos provocou forte repercussão não apenas na área policial, mas também no meio político e institucional, levando a manifestações públicas de repúdio.
Em nota e manifestações públicas, autoridades destacaram que não haverá tolerância com atos de violência, especialmente quando envolvem crianças e mulheres. Há pedidos para que o caso seja rigorosamente investigado e para que, confirmadas as agressões, o servidor seja demitido do serviço público, conforme prevê a legislação.
A CGU informou que acompanha o andamento das investigações e reforçou o compromisso institucional com a ética, a integridade e o respeito aos direitos humanos. O órgão destacou que a conduta atribuída ao servidor é incompatível com os princípios que regem a administração pública federal.
O inquérito policial segue em andamento e deverá esclarecer a dinâmica das agressões, além de apontar as responsabilidades criminais do acusado. A depender do resultado das investigações administrativa e policial, o servidor poderá responder tanto na esfera penal quanto na administrativa, com sanções que podem incluir a perda definitiva do cargo.
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