
Professora aposentada de 75 anos
Reprodução
Três técnicos de enfermagem estão à disposição da Justiça suspeitos de matar pacientes internados na UTI de um hospital particular no Distrito Federal. A investigação aponta que os técnicos de enfermagem teriam provocado mortes na UTI ao aplicar medicamentos em doses elevadas, causando parada cardiorrespiratória.
As vítimas são uma professora aposentada de 75 anos, um servidor público de 63 e um homem de 33 anos. As mortes ocorreram entre 19 de novembro e 1º de dezembro de 2025. Segundo a polícia, o esquema era liderado por Marcos Vinícius Silva Barbosa, de 24 anos, com apoio de outras duas funcionárias da unidade.
De acordo com as investigações, o suspeito utilizava o sistema hospitalar aberto em nome de um médico para prescrever medicamentos potencialmente letais em altas doses. Após a aplicação, ele realizava massagem cardíaca para tentar afastar suspeitas. Em um dos casos, após a paciente resistir ao medicamento, o investigado teria injetado desinfetante, levando à morte.
Imagens de câmeras de segurança e análise de prontuários médicos embasaram a apuração. Inicialmente, os suspeitos negaram os crimes, mas confessaram após serem confrontados com os registros em vídeo. A polícia agora investiga outras 20 mortes com características semelhantes ocorridas em hospitais onde os profissionais atuaram nos últimos cinco anos.
A direção do hospital informou que identificou irregularidades em investigação interna, criou um comitê específico e encaminhou todas as evidências às autoridades. Os envolvidos foram desligados da instituição, que afirma manter compromisso com ética e transparência.
Newsletter Notícias
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:


