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Testemunhas relatam que tenente-coronel agrediu Gisele na sede da PM

Colegas de farda relataram à Corregedoria que o oficial agrediu a esposa no quartel; a soldado já havia revelado a amigos ter medo de ser morta por ele.

Por Redação
REDAÇÃO

30/03/2026 • 09:06 • Atualizado em 30/03/2026 • 09:06

Tenente-coronel Geraldo Leite e a policial militar Gisele Alves Santana

Tenente-coronel Geraldo Leite e a policial militar Gisele Alves Santana

Reprodução/Redes Sociais

Testemunhas afirmam que o tenente-coronel Geraldo Neto chegou a agredir Gisele Alves dentro do quartel-general da Polícia Militar de São Paulo.

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O relato foi feito por outros PMs, colegas da soldado encontrada morta, em depoimento à Corregedoria.

Segundo as testemunhas, o tenente-coronel era visto constantemente no trabalho de Gisele, mesmo quando não estava de serviço.

Um dos relatos indica que ele aparentava ser extremamente ciumento, e controlava as mensagens da mulher no celular e nas redes sociais.

Ainda de acordo com as testemunhas, Gisele já tinha desabafado sobre ter medo de ser morta por Geraldo Neto.

Ela passaria a trabalhar no Tribunal de Justiça, para evitar encontro com o marido durante o expediente, mas morreu antes de começar no novo posto.

O tenente-coronel está detido no presídio militar Romão Gomes, acusado de ter assassinado a mulher e ter adulterado a cena do crime.

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