
Tenente-coronel Geraldo Leite e a policial militar Gisele Alves Santana
Reprodução/Redes Sociais
Testemunhas afirmam que o tenente-coronel Geraldo Neto chegou a agredir Gisele Alves dentro do quartel-general da Polícia Militar de São Paulo.
O relato foi feito por outros PMs, colegas da soldado encontrada morta, em depoimento à Corregedoria.
Segundo as testemunhas, o tenente-coronel era visto constantemente no trabalho de Gisele, mesmo quando não estava de serviço.
Um dos relatos indica que ele aparentava ser extremamente ciumento, e controlava as mensagens da mulher no celular e nas redes sociais.
Ainda de acordo com as testemunhas, Gisele já tinha desabafado sobre ter medo de ser morta por Geraldo Neto.
Ela passaria a trabalhar no Tribunal de Justiça, para evitar encontro com o marido durante o expediente, mas morreu antes de começar no novo posto.
O tenente-coronel está detido no presídio militar Romão Gomes, acusado de ter assassinado a mulher e ter adulterado a cena do crime.
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