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Trump eleva o tom, México responde e Irã vive onda de protestos

Presidente dos EUA conversa com líder do México após ameaças, enquanto protestos no Irã se espalham pelo país e a ONU discute novos riscos na guerra entre Rússia e Ucrânia.

Por Redação
REDAÇÃO

12/01/2026 • 15:09 • Atualizado em 12/01/2026 • 15:09

Trump eleva o tom

Trump eleva o tom

RS/Fotos Públicas

As declarações mais recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltaram a provocar repercussões no cenário internacional e acenderam alertas sobre uma possível escalada de tensões globais. No fim de semana, Trump fez novas ameaças envolvendo ações militares e sanções, com reflexos diretos na América Latina, no Oriente Médio e na Europa.

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No México, a presidente Claudia Sheinbaum confirmou que conversou por telefone com Trump nesta segunda-feira. Segundo ela, o diálogo foi produtivo e reafirmou a cooperação entre os dois países dentro do respeito à soberania mexicana, após falas do presidente norte-americano que mencionaram a possibilidade de intervenções contra cartéis de drogas. Sheinbaum destacou ações do governo mexicano que teriam reduzido significativamente o tráfico de drogas e de fentanil para os Estados Unidos.

No Oriente Médio, o Irã enfrenta quase duas semanas de protestos intensos, iniciados por uma grave crise econômica e que evoluíram para manifestações contra o regime dos aiatolás. Organizações internacionais apontam centenas de mortos em meio à repressão das forças de segurança, além de apagões de energia e bloqueios de internet impostos pelo governo iraniano. Os protestos já se espalharam pelas 31 províncias do país.

Diante do cenário, o governo iraniano acusa os Estados Unidos de incentivarem os atos, acusação negada por Trump. Ainda assim, o presidente norte-americano voltou a afirmar que poderá agir caso a repressão continue, sem detalhar quais medidas seriam adotadas.

A escalada ocorre em meio à guerra entre Rússia e Ucrânia. O Conselho de Segurança da ONU se reúne em caráter emergencial após um ataque russo com míssil hipersônico capaz de carregar ogiva nuclear, utilizado contra o território ucraniano. Embora não tenha havido uso de arma nuclear, a ação foi interpretada como um recado estratégico, elevando a preocupação internacional.

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