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Drones transformam a agricultura e criam demanda por mão de obra no campo

Segundo o Ministério da Agricultura, o mercado de drones para a agropecuária cresceu 600% nos últimos 3 anos

Da redação
DA REDAÇÃO

09/12/2025 • 08:41 • Atualizado em 09/12/2025 • 08:41

Os drones se consolidaram como uma realidade na agricultura brasileira, atuando na transformação do setor ao reduzir custos e otimizar o trabalho no campo. Contudo, o mercado em plena expansão esbarra na escassez de profissionais capacitados para operar a tecnologia.

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Segundo o Ministério da Agricultura, o mercado de drones para a agropecuária cresceu 600% nos últimos 3 anos. Atualmente, já são mais de 35 mil drones em operação exclusiva no agronegócio brasileiro.

Produtores rurais adotaram os drones por serem mais econômicos e precisos. As aplicações aéreas:

Reduzem o amassamento da lavoura que seria causado por pulverizadores normais, o que aumenta a rentabilidade.

Diminuem o desperdício de água e produtos, cortando custos para o agricultor.

Aplicações essenciais na lavoura

Os drones são usados em diversas frentes, desde o mapeamento até o monitoramento avançado de doenças:

Mapeamento e Planejamento: Drones com imageamento aéreo são utilizados para realizar topografia, traçar curvas de nível e planejar projetos de plantio.

Sensoreamento Remoto: Com câmeras multiespectrais, o sensoreamento remoto permite verificar a sanidade da lavoura. É possível identificar doenças ou ataques de nematoides antes mesmo que o problema seja visível a olho nu.

O desafio da mão de obra

Apesar de ser um mercado promissor, a agricultura enfrenta uma crescente demanda por mão de obra especializada que o mercado não consegue suprir. A falta de treinamento adequado é uma barreira:

"Tem pessoas que saem da academia, compram um drone e acham que já podem sair aplicando. Por isso que eu falo que é muito importante hoje a gente ter as escolas que treinam essas pessoas, porque não é só aplicar, você tem que aplicar com qualidade."

Especialistas ressaltam que o foco deve ser na tecnificação e na garantia de que a tecnologia traga o melhor custo-benefício para as propriedades, confirmando que "a tecnologia veio para ficar".

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