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Secretário fala sobre greve dos professores em Curitiba

Prefeitura diz que situação está sob controle e defende continuidade das aulas

Da redação
DA REDAÇÃO

08/04/2026 • 16:07 • Atualizado em 08/04/2026 • 16:07

Greve dos professores em Curitiba

Greve dos professores em Curitiba

Foto: Band Paraná

O secretário municipal da Educação de Curitiba, Paulo Afonso Schmidt, falou nesta quarta-feira (8) sobre a greve dos professores da rede municipal, após decisão da Justiça que proibiu a paralisação.

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A entrevista coletiva completa está disponível no canal da Band Paraná no YouTube.

Justiça proibiu a greve

A greve, que começou nesta quarta, foi considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça do Paraná.

A decisão determina que o Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba não inicie a paralisação, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

Segundo o entendimento do desembargador Ramon de Medeiros Nogueira, o movimento não cumpriu os requisitos legais, como a comprovação do esgotamento das negociações e a garantia de serviços essenciais.

Prefeitura defende continuidade das aulas

Na coletiva, o secretário destacou que a rede municipal segue em funcionamento e que a orientação é para que as atividades sejam mantidas normalmente.

A Prefeitura também reforçou que continua aberta ao diálogo com a categoria.

Greve foi aprovada pela categoria

Mesmo com a decisão judicial, a paralisação havia sido aprovada em assembleia organizada pelo sindicato.

Segundo a entidade, cerca de 2,5 mil professores participaram da votação e mais de 97% rejeitaram a proposta apresentada pelo município.

Categoria cobra valorização

O sindicato afirma que a greve busca melhores condições de trabalho, valorização profissional e avanços na carreira.

Entre as críticas estão a falta de progressão, salários considerados defasados e problemas estruturais nas escolas.

Situação segue em acompanhamento

A decisão da Justiça é liminar e ainda pode ser reavaliada ao longo do processo. Enquanto isso, o impasse entre Prefeitura e professores continua em negociação.