
Fernando Haddad
REUTERS/Adriano Machado
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (30) que a orientação do governo é de "evidentemente" reparar o dano a pessoas que foram lesadas com descontos indevidos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas pontuou que a forma como isso será feito ainda não foi formatada.
Ele tratou desse assunto nesta terça-feira (29) com o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius de Carvalho.
"Estamos aguardando a CGU e a AGU nos envolverem em uma etapa subsequente para tratar desse assunto. Essa questão ainda está no âmbito da CGU", disse Haddad, a jornalistas ao ser questionado sobre o planejamento do governo para ressarcir quem foi afetado.
O ministro pontuou que a questão também depende da apuração dos descontos que de fato não foram autorizados pelos beneficiários.
"Tem as reclamações que foram feitas ao longo desse período, que foram formalizadas. Mas há um conjunto de aposentados que não formalizaram a queixa, mas que teriam o direito se demonstrar que o débito foi feito indevidamente", afirmou. Haddad disse ainda que o governo encontrará um caminho para reparar quem foi lesado.
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