Economia

Haddad: politizar CPMI do Master é beneficiar os criminosos

Haddad repetiu ainda que nunca se encontrou com Daniel Vorcaro, presidente do Master, e nem o conhecia

ESTADÃO CONTEÚDO

29/01/2026 • 13:31 • Atualizado em 29/01/2026 • 13:39

Fernando Haddad

Fernando Haddad

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Resumo

Declaração do ministro da Fazenda Fernando Haddad alerta que a politização da CPMI do Banco Master pode favorecer criminosos, destacando a importância de punir os culpados individualizados para fortalecer as instituições.

Afirmação de Haddad reforça que punições justas devem ser independentes de filiação partidária, religiosa ou institucional, contribuindo para o fortalecimento de partidos, igrejas, Supremo Tribunal Federal, Receita Federal e polícia.

Esclarecimento do ministro informa que nunca encontrou Daniel Vorcaro, presidente do Master, e que não havia diálogo com o Banco Central antes da gestão de Gabriel Galípolo, que adotou medidas sobre o caso do banco.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (29), que politizar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master é um caminho para beneficiar os criminosos. Para ele, punir os culpados individualizados fortalece as instituições.

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"Se politizar, no mal sentido da palavra, ela beneficia o criminoso. Se você quer a verdade, e aí não importa de que igreja a pessoa é, de que partido a pessoa é, ela é punida. Não importa qual é a filiação da pessoa. Isso fortalece as instituições, fortalece o partido, fortalece a igreja, fortalece o Supremo, fortalece a Receita, fortalece a polícia", declarou o ministro a jornalistas na chegada ao Ministério.

Haddad repetiu ainda que nunca se encontrou com Daniel Vorcaro, presidente do Master, e nem o conhecia.

Afirmou que não havia diálogo com o Banco Central antes da gestão de Gabriel Galípolo, que tomou providências sobre o "abacaxi" do Master assim que assumiu.