
Trump e Infantino
REUTERS/Mandel Ngan
Nesta sexta-feira (31), Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, foi perguntado sobre a sua relação com a possível venda de parte da Copa do Mundo para investidores. O norte-americano teve relações estreitadas com Gianni Infantino durante o Mundial de 2026.
Durante uma reunião de gabinete, o mandatário afirmou que não teve nenhuma conversa com o presidente da Fifa a respeito deste projeto. O nome de Trump surgiu pela proximidade com Infantino, além disso a empresa que coordenaria o processo é a Thrive Eternal, empresa de Joshua Kushner, irmão mais novo do genro de Trump.
Na última terça-feira (28), os jornais "The Times" e “The Telegraph” divulgaram que Infantino estaria à frente de um projeto para vender entre 20% e 30% das ações da Copa do Mundo para acionistas e investidores para 211 associações que fazem parte da entidade.
No entanto, após a confirmação vinda da própria Fifa outras entidades continentais começaram a se posicionar sobre a possibilidade. A primeira delas foi a Uefa, do futebol europeu, que ameaçou retirar todas as suas federações de quaisquer competição organizada pela Fifa.
Em seguida, a Concacaf, responsável pelo futebol da América Central e do Norte, também se opôs a possibilidade. No entanto, a Federação Mexicana decidiu ir na contramão e vai analisar a possibilidade.
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