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Simepar vai a Maringá investigar fenômeno que causou destruição

Meteorologistas analisam estragos e dados de radar para identificar se houve tornado ou microexplosão.

2 min

03/11/2026 16:07 • Atualizado há 1 hora

Uma equipe do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) foi a Maringá, no Noroeste do Paraná, para investigar a tempestade que provocou destruição na cidade durante a madrugada de segunda-feira (2). O trabalho de campo busca identificar as características do fenômeno e pode ajudar a esclarecer se houve a formação de um tornado ou de uma microexplosão.

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A tempestade teve rajadas de vento de até 96,8 km/h, conforme registro do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Árvores e postes foram derrubados, imóveis ficaram destelhados e veículos foram danificados. Diante dos estragos, a prefeitura anunciou um decreto de calamidade pública.

Simepar analisa destruição em Maringá

O coordenador de operações do Simepar, Marco Jusevicius, e o meteorologista Reinaldo Kneib participam da avaliação presencial nas regiões mais atingidas da cidade.

O objetivo é comparar os danos encontrados com os dados de radar, imagens de satélite e registros das estações meteorológicas.

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O Simepar já acompanhava a instabilidade desde sexta-feira (30), quando emitiu um aviso meteorológico. Após a tempestade, os especialistas começaram a analisar as informações coletadas pelos equipamentos.

Tempestade pode ter sido uma supercélula

A avaliação preliminar do Simepar aponta indícios de que Maringá tenha sido atingida por uma supercélula, um tipo de tempestade severa que apresenta correntes de ar em rotação no interior da nuvem.

Esse fenômeno pode provocar granizo, chuva intensa e rajadas de vento destrutivas. Em determinadas condições, também pode produzir tornados ou microexplosões.

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A presença de uma supercélula, porém, não significa que houve um tornado.

Houve tornado em Maringá?

Essa é uma das questões que os meteorologistas buscam esclarecer com a investigação.

Os tornados apresentam ventos em rotação que atingem o solo. Já as microexplosões ocorrem quando uma corrente de ar desce rapidamente da nuvem e se espalha ao atingir a superfície.

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A distribuição dos destroços e a direção da queda de árvores e estruturas podem ajudar os especialistas a diferenciar os fenômenos.

A análise presencial poderá complementar os dados meteorológicos e permitir uma avaliação mais precisa da tempestade que atingiu Maringá.

Até o momento, não há confirmação de que um tornado tenha atingido a cidade, e a classificação definitiva do fenômeno ainda depende da conclusão dos estudos.

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