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Rope Jump: Justiça nega pedido de habeas corpus para instrutores presos

Segundo o Magistrado, não há elementos suficientes para soltar esses dois homens, uma vez que a investigação ainda está em andamento

Por Redação
REDAÇÃO

19/06/2026 • 11:58 • Atualizado em 19/06/2026 • 11:58

Resumo

Uma decisão da Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus para Maicon Fernandes Cintra e Luiz Felipe Feliciano, investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante a prática de rope jump na ponte do Esqueleto, em Limeira, no dia 13 de junho.

Uma investigação policial mantém ambos presos preventivamente na penitenciária de Guarulhos, junto com um terceiro suspeito, devido à ausência de elementos suficientes para soltura e à apuração sobre tentativa de fuga após a morte, incluindo troca de roupas pelos instrutores.

Um laudo pericial ainda está pendente para esclarecer as circunstâncias do acidente, ocorrido quando a vítima foi jogada de 30 metros sem cordas, com seis funcionários da empresa Entre Cordas presentes, todos conduzidos à delegacia e a empresa sem documentação regular para a atividade.

A Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus de dois dos três homens que são investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante a prática de rope jump na ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior do estado. O caso aconteceu em 13 de junho.

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Com essa decisão, Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos, e Luiz Felipe Feliciano, de 32 anos, seguem presos preventivamente. Segundo a Justiça, não há elementos suficientes para soltar esses dois homens, uma vez que a investigação ainda está em andamento.

Os resultados dos laudos periciais ainda não foram concretizados, portanto, não há como verificar quais são as circunstâncias da morte da jovem. A Justiça apura a tentativa de fuga dos instrutores, já que eles trocaram de roupa logo depois da morte da mulher.

Os dois seguem presos na penitenciária de Guarulhos, na Grande São Paulo, junto com o terceiro homem, que não foi incluído no pedido de habeas corpus.

Relembre o caso

Uma mulher, de 21 anos, morreu após ser jogada de cerca de 30m de altura sem cordas ao pular de rope jump, na manhã deste sábado (13), na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

De acordo com a Polícia Militar (PM), seis funcionários da empresa estavam no local e foram conduzidos à delegacia, incluindo um bombeiro civil.

Em um vídeo publicado nas redes sociais é possível ver o momento em que três funcionários carregam a vítima na plataforma. Eles jogam a vítima e, em seguida, é possível ouvir uma pessoa gritando: “Gente, a corda”.

Ainda de acordo com a PM, todos os funcionários tentaram retirar as camisetas com o logotipo da empresa Entre Cordas, responsável pelo "rope jump", duas delas tentaram fugir. A empresa não tinha documentação que regulamentasse a atividade no local.