Desta vez ele vai para casa e, assim, se encerra a fase dos insistentes e óbvios pedidos de prisão domiciliar. Já era esperado - e Alexandre de Moraes já não devia ter dúvidas - o parecer favorável do Procurador- Geral da República.
Agora virá a perícia - enquanto o ex-presidente vai deixando o hospital - e a expectativa é de que logo ele esteja preso em casa. Sob regras, que, se não forem seguidas, o que agora parece improvável - podem, teoricamente, provocar reações e novas ações da Justiça.
Além de grande referência eleitoral, trata-se do artífice da candidatura do filho e seus primeiros passos. Agora, pela lei, qualquer tipo de participação na campanha estará proibida.
Vamos acompanhar. Mas a cena de um ex-presidente encarcerado, com saúde frágil, sendo socorrido numa situação crítica e sob perigo até de morte, soou como argumento definitivo.
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