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Com greve em plataformas e refinarias, Petrobras nega impacto na produção

A empresa afirmou que está em processo de negociação do acordo coletivo de trabalho desde o final de agosto deste ano

Da redação
DA REDAÇÃO

17/12/2025 • 13:16 • Atualizado em 17/12/2025 • 13:16

Plataforma da Petrobras

Plataforma da Petrobras

Arquivo/Agência Brasil

Resumo

Greve nacional dos trabalhadores da Petrobras ganhou força com adesão de funcionários de 24 plataformas de petróleo, oito refinarias e outras unidades, principalmente no Norte Fluminense, onde o número de plataformas offshore atingidas subiu de 15 para 22 na Bacia de Campos.

Insatisfação generalizada da categoria foi apontada pelo coordenador-geral sindical Deyvid Bacelar como motivo principal para o avanço da greve, devido à falta de respostas concretas da Petrobras nas negociações do acordo coletivo de trabalho.

Posicionamento oficial da Petrobras afirmou que a paralisação não impactou a produção, destacou adoção de medidas de contingência para garantir o abastecimento ao mercado e informou que as negociações do acordo coletivo continuam em andamento com as entidades sindicais.

A greve nacional dos trabalhadores da Petrobras ganhou adesões na última terça-feira (16). Trabalhadores de 24 plataformas de petróleo e oito refinarias, entre outras unidades, aderiram ao movimento grevista.

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No Norte Fluminense, onde a greve está mais forte, segundo a agência Reuters, o número de plataformas offshore da Bacia de Campos atingidas pela paralisação subiu de 15 para 22.

O coordenador-geral da entidade sindical, Deyvid Bacelar, disse que "o avanço da greve é resultado da insatisfação generalizada da categoria, em razão da postura da Petrobras nas negociações do acordo coletivo de trabalho, que não trouxe respostas concretas às reivindicações históricas dos trabalhadores".

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"A empresa adotou medidas de contingência para assegurar a continuidade das operações e reforça que o abastecimento ao mercado está garantido", disse a Petrobras, em nota, pontuando que respeita o direito de manifestação dos empregados.

A empresa afirmou que está em processo de negociação do acordo coletivo de trabalho desde o final de agosto deste ano, tendo apresentado sua mais recente proposta na última terça-feira.

"A Petrobras segue empenhada em concluir a negociação do acordo na mesa de negociações com as entidades sindicais", acrescentou.

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