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EUA prendem e deportam sobrinhas de general iraniano morto em 2020

Hamideh Soleimani Afshar e sua filha tiveram vistos revogados por ordem de Marco Rubio; secretário afirma que o país não será lar de quem apoia regimes terroristas

Da redação
DA REDAÇÃO

04/04/2026 • 12:37 • Atualizado em 04/04/2026 • 12:44

Marco Rubio, secretário de estado dos EUA

Marco Rubio, secretário de estado dos EUA

Umit Bektas/Reuters

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a prisão e o processo de deportação de duas sobrinhas do general iraniano Qasem Soleimani. O militar foi morto em janeiro de 2020, em Bagdá, durante um ataque aéreo ordenado por Donald Trump em seu primeiro mandato na presidência.

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De acordo com o secretário de Estado, Marco Rubio, as iranianas Hamideh Soleimani Afshar e sua filha possuíam visto de residência permanente (Green Card) e "viviam luxuosamente no país". O governo americano revogou os documentos de ambas, que agora estão sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) aguardando a retirada oficial do território americano.

Defesa do regime iraniano

Em comunicado publicado na rede social X, Rubio justificou a medida afirmando que Afshar é uma defensora declarada do regime de Teerã. "Ela celebrou ataques contra americanos e se referiu ao nosso país como o 'Grande Satã'. O governo Trump não permitirá que nosso país se torne um lar para estrangeiros que apoiam regimes terroristas antiamericanos", declarou o secretário.

A ação reforça a linha dura adotada pela atual administração contra figuras ligadas ao governo do Irã e seus familiares que residem no exterior.

Com informações da Agência Estado