
Netanyahu enfrenta pressão internacional para aceitar cessar-fogo dos EUA
Reuters
Israel permanecerá na zona de segurança no sul do Líbano "enquanto for necessário", disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, referindo-se a uma área de aproximadamente 10 quilômetros na fronteira entre os países que foi ocupada por forças israelenses.
Os comentários do primeiro-ministro ocorrem após o Irã exigir que Israel interrompa as operações militares contra o Hezbollah no Líbano para avançar nas negociações de paz com os Estados Unidos. Netanyahu também reiterou que permitirá que o Irã "se arme com armas nucleares".
O Irã acusou os Estados Unidos de terem responsabilidade direta pelos ataques realizados por Israel contra o Líbano nesta sexta-feira (19), e afirmou que Washington responderá pelas consequências da escalada militar, em meio a esforços para preservar um cessar-fogo regional e retomar as negociações nucleares com Teerã.
Em comunicado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baghaei, afirmou que as ações israelenses configuram operações agressivas e terroristas. Segundo ele, os bombardeios causaram dezenas de mortos e feridos, além de danos a residências e à infraestrutura libanesa.
Com Estadão Conteúdo
*As informações são da Associated Press.
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