Israel lançou mais de 100 ataques no Líbano depois de anunciar uma ampliação das ações do grupo islâmico Hezbollah, que é apoiado pelo Irã. Foi um dos maiores ataques israelenses no sul e no leste do país desde o cessar-fogo anunciado em abril, que na prática nunca foi respeitado pelas duas partes.
A maior represa do Líbano, que fornece energia e água para várias cidades, foi atingida. 31 pessoas morreram, incluindo quatro crianças. Tropas também avançaram por terra, ultrapassando, inclusive, a chamada zona de segurança israelense - área do sul libanês que Israel planeja ocupar.
Na outra frente do conflito, o Irã disse ter abatido um drone americano em seu espaço aéreo, e ameaçou voltar a atacar bases dos Estados Unidos no Oriente Médio. Seria uma retaliação aos ataques americanos que atingiram, ontem, centros de lançamentos de mísseis e navios na região do Estreito de Ormuz.
O Comando Central americano alegou autodefesa. Os países estão tecnicamente em trégua, e ainda tentam chegar a um acordo de paz.
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