Dois brasileiros morreram nesta segunda-feira (27) em um bombardeio no sul do Líbano. O Itamaraty confirmou que as vítimas eram uma mãe e seu filho de 11 anos.
A família estava em casa, quando um bombardeio atingiu a residência. O marido e pai das duas vítimas, um homem de nacionalidade libanesa, também morreu no ataque. Outro filho do casal ficou ferido.
O governo brasileiro condenou o ataque durante cessar-fogo entre Israel e Líbano. Na última sexta-feira (25), os dois lados tinham concordado em estender a medida por três semanas.
Mesmo com o acordo para interromper os ataques, as trocas de ataques entres governo israelense e o grupo extremista Hezbollah, localizado no Líbano, continuam. Nas últimas 24 horas, 14 pessoas morreram e quase 40 ficaram feridas, segundo o Jornal da Band.
Israel mantém presença militar em áreas de fronteira, enquanto o Hezbollah afirma que não interromperá seus ataques, o que mantém o clima tenso. Um comandante militar do Hezbollah chegou a afirmar à rede de TV Al Jazzira que pode usar homens-bomba.
Conflito no Oriente Médio
A troca de ataques entre Israel e Hezbollah começou após o ataque do governo israelense e dos Estados Unidos contra o Irã, em 28 de fevereiro. O grupo xiita é aliado do país persa.
Na semana passada, as duas frente de bombardeio decidiram manter o cessar-fogo que já estava em vigor. Além do acordado entre Israel e Líbano, há outro em vigor entre Estados Unidos e Irã.
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