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Mendonça diz que tocará caso Master com ‘discrição e responsabilidade’

Ministros disseram à reportagem que André Mendonça ‘vai ser um aliado da Polícia Federal’, e deve endossar ‘cada passo da investigação pedido pela PF

CAIÃ MESSINA

13/02/2026 • 10:59 • Atualizado em 13/02/2026 • 10:59

Bastidores de Brasília
André Mendonça, ministro do STF

André Mendonça, ministro do STF

Nelson Jr./SCO/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse a interlocutores que irá tocar o caso Banco Master com “discrição e responsabilidade”. Ele foi o escolhido para ser o novo relator do caso na Corte.

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Ministros disseram à reportagem que André Mendonça “vai ser um aliado da Polícia Federal”, e deve endossar “cada passo da investigação pedido pela PF”.

Ele não pretende fazer manifestações públicas, a ideia é se manifestar apenas nos autos, quando necessário.

O ministro André Mendonça vai analisar a necessidade de envio do caso para a primeira instância. Mas diante da menção a diversos nomes com foro privilegiado, a expectativa dentro da Corte é que, pelo menos essa parte, fique no STF.

Discreto e evangélico, o ministro, segundo relatos, guarda profunda mágoa de como o processo de nomeação foi feito no Congresso. Sempre lembra aos interlocutores a "resiliência" que teve de ter após o então presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Davi Alcolumbre, segurar a votação da indicação dele no colegiado. Foram cinco meses de espera.

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