
Silas Malafaia
Marcos Corrêa/PR
Resumo
Operação da Polícia Federal intercepta pastor Silas Malafaia no aeroporto do Galeão, vindo de Lisboa, e realiza apreensão de seu celular.
Autorização judicial para a ação foi dada pelo ministro Alexandre de Moraes, que também impôs restrições de comunicação de Malafaia com Jair Bolsonaro e proibição de saída do país.
Relatório da PF acusa Malafaia de instigar Bolsonaro a ignorar medidas cautelares de Moraes, orientando sobre retransmissão de conteúdos em redes sociais.
A Polícia Federal realizou uma operação de buscas e apreensões contra o pastor Silas Malafaia no momento em que ele desembarcava no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, em voo que chegava de Lisboa, em Portugal.
A ação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O pastor teve o celular apreendido.
Na decisão, o ministro determina a proibição da comunicação entre Malafaia e o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, inclusive através de advogados.
Malafaia também está proibido de deixar o Brasil.
Malafaia instigou Bolsonaro a descumprir ordem de Moraes, diz PF
Um relatório da Polícia Federal aponta que o pastor Silas Malafaia instigou o ex-presidente Jair Bolsonaro a descumprir as medidas cautelares impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
O documento aponta que Malafaia indicava, de forma precisa, os melhores horários para que fossem feitas retransmissão de conteúdos nas redes sociais. Além disso, o pastor também indicava o canal mais adequado para o compartilhamento.
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