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Protesto de alunos da USP termina em pancadaria no Centro de SP

Manifestação ocorre um dia após PM retirar estudantes da reitoria da USP

Da redação
DA REDAÇÃO

11/05/2026 • 19:37 • Atualizado em 11/05/2026 • 19:51

Uma manifestação de estudantes da Universidade de São Paulo (USP) terminou em pancadaria no Centro de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (11). Um vereador que gravava um vídeo para as redes sociais durante o protesto foi agredido durante o tumulto. O protesto ocorre um dia após o prédio da reitoria da USP ser desocupado pela Polícia Militar.

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Por volta das 19h, cerca de mil estudantes deixaram a Faculdade de Medicina da USP, na Avenida Doutor Arnaldo, no Sumaré, Zona Oeste da capital, e seguiram em direção ao campus da universidade no Butantã, na mesma região da cidade.

Uma nova reunião está marcada para a noite desta segunda para decidir sobre a manutenção da paralisação. A greve já dura um mês.

Os estudantes em greve da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) realizaram um ato unificado em frente às sedes da Reitoria da Unesp e da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, ambas na Praça da República, no centro da capital paulista.

Reitoria desocupada

A Polícia Militar retirou os estudantes que ocupavam a Reitoria da Universidade de São Paulo (USP), no campus Butantã, na Zona Oeste da capital paulista. A ação aconteceu durante a madrugada deste domingo (10). Pelo menos quatro estudantes foram detidos.

Em publicação nas redes sociais, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) Livre da USP afirmou que os policiais usaram cassetetes e gás lacrimogêneo, deixando estudantes feridos.

Reivindicações

O movimento estudantil reivindica o reajuste do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE). A universidade anunciou aumento do auxílio permanência de R$ 885 para R$ 912, mas os alunos reivindicam equiparação ao salário mínimo paulista, atualmente fixado em R$ 1.804.

Os grevistas também apontam deficiências nas políticas de permanência estudantil e relatam problemas estruturais na instituição, incluindo críticas ao funcionamento dos restaurantes universitários.

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