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Trump volta a defender que Groenlândia ‘deva ser controlada pelos EUA’

Republicano argumentou que o território é estratégico para Washington. Questionado sobre o tema, também sugeriu que os EUA poderiam retirar todas as tropas americanas da Europa

ESTADÃO CONTEÚDO

07/07/2026 • 11:40 • Atualizado em 07/07/2026 • 11:54

Groenlândia

Groenlândia

REUTERS/Marko Djurica

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender que a Groenlândia fique sob controle americano durante declarações à imprensa nesta terça-feira (7), às margens da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), em Ancara, na Turquia.

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O republicano afirmou que a ilha "deve ser controlada pelos EUA, não pela Dinamarca" e argumentou que o território é estratégico para Washington. Questionado sobre o tema, também sugeriu que os EUA poderiam retirar todas as tropas americanas da Europa.

Durante reunião bilateral com o líder turco, Recep Tayyip Erdogan, Trump disse ainda acreditar que um acordo para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia está próximo.

Segundo ele, teve uma "longa conversa" com o presidente russo Vladimir Putin na segunda-feira e falou com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, logo em seguida. "Conheço negociações e acho que vamos conseguir. Espero que em breve", afirmou. O presidente acrescentou que tanto Putin quanto Zelensky querem o fim do conflito.

Na frente diplomática, Trump anunciou que pretende remover as sanções americanas contra a Síria e também as restrições impostas à Turquia sob a Lei de Combate aos Adversários dos EUA por Meio de Sanções (CAATSA, na sigla em inglês).

Ancara foi alvo das medidas após adquirir o sistema russo de defesa aérea S-400, decisão que também levou à sua exclusão do programa de caças F-35. Ao anunciar a mudança, Trump afirmou que Washington "não quer sancionar amigos". Segundo ele, os EUA mantêm uma "ótima relação" com o novo líder sírio.

O republicano também buscou reduzir a tensão recente com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni. Trump afirmou que ela é "uma ótima pessoa" e disse que os dois tiveram apenas "um pequeno desentendimento", embora tenha reiterado que a relação bilateral foi prejudicada porque Roma "não esteve conosco no Irã".