
Conselho da Paz
REUTERS/Jonathan Ernst
Resumo
Lançamento do Conselho da Paz ocorreu nesta quinta-feira (21), liderado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que formalizou a iniciativa com críticas à Organização das Nações Unidas (ONU).
Assinatura do documento contou com participação de líderes convidados, incluindo o presidente da Argentina, Javier Milei, e representantes de países como Armênia, Arábia Saudita, Argentina, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Bulgária, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Paraguai, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.
Convite ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi confirmado por Donald Trump, que afirmou esperar grande protagonismo do brasileiro no conselho, embora Lula ainda não tenha se manifestado sobre sua participação.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou nesta quinta-feira (21) a sua iniciativa que recebeu o nome de “Conselho da Paz”. Em discurso, o republicano fez críticas à Organização das Nações Unidas (ONU).
Na cerimônia, Donald Trump assinou o documento que formaliza a criação do Conselho da Paz. Além dele, membros convidados por ele também assinaram o documento, como o presidente da Argentina, Javier Milei.
Os países confirmados no conselho são:
- Armênia
- Arábia Saudita
- Argentina
- Azerbaijão
- Bahrein
- Belarus
- Bulgária
- Catar
- Cazaquistão
- Egito
- Emirados Árabes Unidos
- Hungria
- Indonésia
- Israel
- Jordânia
- Kosovo
- Marrocos
- Mongólia
- Paquistão
- Paraguai
- Turquia
- Uzbequistão
- Vietnã
Lula ainda não se manifestou sobre o convite
Nesta semana, Trump confirmou que convidou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor o conselho e que o brasileiro deverá desempenhar uma função de destaque no órgão. No entanto, Lula ainda não se manifestou.
Ao comentar sobre a composição do grupo, Trump reforçou seu entusiasmo com a presença do líder brasileiro. "Eu gosto dele", declarou o mandatário americano, ressaltando que Lula terá um "grande papel" nas decisões e articulações da nova organização internacional.
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