
Lucas, do São Paulo
Divulgação
Depois da derrota do São Paulo, nesta quarta-feira (19), o meia-atacante Lucas Moura esclareceu melhor o movimento contra o gramado sintético, que foi puxado por vários jogadores nesta semana. Ele explicou que a campanha não acontece por risco de lesões na grama artificial, mas sim pela diferença na dinâmica do jogo,
"V muita gente falando de que o nosso movimento é por conta de risco de lesão. Em nenhum momento a gente falou que a nossa briga é por isso. O nosso ponto é totalmente técnico. Nosso ponto é totalmente sobre a dinâmica de jogo. O esporte é completamente diferente. Futebol society e futebol de campo gramado natural é totalmente diferente. A dinâmica é outra, isso não tem como comparar. Então o nosso ponto é totalmente técnico. A nossa briga é essa", declarou Lucas.
Ele entende que o gramado sintético não pode ser usado como alternativa onde o gramado natural é ruim: “A gente não pode tapar o sol com a peneira, não pode simplesmente: 'Ah, tem gramado ruim, vamos fazer gramado sintético, pronto, acabou'. Não. Tem que ter gramado bom, né?”.
Lucas também falou sobre o gramado do Estádio do Morumbi, que é natural e costuma ser elogiado, mas apresentava uma falha no aspecto visual, nesta quarta, após receber show no meio da semana. Ele disse que, apesar da falha, a grama estava boa.
"Para quem diz que que não é possível cuidar, o gramado hoje estava de muito boa qualidade. Tinha algumas partes ali que estava com uma coloração diferente, mas a qualidade estava muito boa, né. E isso é uma prova de que, se tiver boa vontade, se tiver um pouco de esforço, se tiver um pouquinho de investimento e bom senso, dá para cuidar do gramado", concluiu.
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