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'Pessoa está presa, só não teve a sentença', diz Sônia Blota sobre medidas contra Bolsonaro

Restrição de redes sociais, toque de recolher e silêncio imposto a Bolsonaro são vistos como privação de liberdade antes de julgamento

Da redação*
DA REDAÇÃO*

18/07/2025 • 13:53 • Atualizado em 18/07/2025 • 13:53

Sonia Blota
Redes Sociais:

As medidas impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o ex-presidente Jair Bolsonaro foram classificadas por comentaristas da Rádio Bandeirantes como uma prisão disfarçada de cautelar. Durante o Jornal Gente, um dos comentaristas afirmou que, na prática, o ex-presidente “está preso, só não teve a sentença”.

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A declaração foi feita ao comentar o conjunto de restrições que passaram a vigorar nesta semana, incluindo, tornozeleira eletrônica, proibição de uso de redes sociais, toque de recolher das 19h às 7h, proibição de contato com aliados, diplomatas e até com o próprio filho, o deputado Eduardo Bolsonaro. “A tornozeleira está prevista em casos de não prisão. Mas quando você está com tornozeleira, incomunicável, sem redes sociais... Para mim, a pessoa está presa, só não teve a sentença", disse Sônia Blota.

A crítica também apontou que, mesmo em investigações delicadas, medidas desse tipo devem ter base jurídica sólida e proporcional. “Eles têm que ter alguma coisa muito forte para justificar esse tipo de isolamento. Do contrário, é abuso”, acrescentou.

A apreensão de US$ 10 mil na casa do ex-presidente foi mencionada como ponto que pode ser explorado no inquérito, mas avaliado com cautela: “Dez mil dólares é muito dinheiro, mas não são dez milhões. Tudo precisa ser analisado com equilíbrio".

O comentário ainda mencionou o contexto político e internacional em torno da decisão, com destaque para a postura crítica do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, em defesa de Bolsonaro. A expectativa é de que ele continue se manifestando, o que pode ampliar ainda mais a repercussão do caso no cenário internacional.

A operação da Polícia Federal que cumpriu as ordens judiciais teve autorização do STF após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República, que aponta possíveis crimes de coação no curso do processo, obstrução de justiça e risco de fuga.

Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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