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Renan Santos defende reforma fiscal e diz que Brasil está “quebrado”

Pré-candidato do Missão afirma que será necessário rever gastos públicos, benefícios e privilégios para equilibrar as contas do país.

Da redação
DA REDAÇÃO

08/06/2026 • 09:58 • Atualizado em 08/06/2026 • 12:32

O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos, do Missão, afirmou que o Brasil enfrenta uma grave crise fiscal e defendeu a adoção de medidas consideradas impopulares para reequilibrar as contas públicas.

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Durante entrevista, Renan declarou que o país está em uma situação de deterioração econômica e que o próximo presidente precisará promover uma ampla reforma fiscal para evitar o agravamento do cenário.

Segundo ele, o crescimento das despesas públicas e o desequilíbrio das contas do governo colocam o Brasil em uma trajetória que exigirá mudanças estruturais.

Nova reforma da Previdência

Entre as propostas apresentadas, Renan Santos citou a necessidade de uma nova reforma da Previdência.

O pré-candidato afirmou que o sistema precisará passar por novos ajustes para garantir a sustentabilidade fiscal do país nos próximos anos.

De acordo com ele, medidas relacionadas à revisão de gastos obrigatórios deverão integrar o pacote de reformas defendido por sua candidatura.

Revisão de benefícios e despesas públicas

Renan também afirmou que pretende promover mudanças nos mecanismos de reajuste de determinadas despesas federais.

Segundo o pré-candidato, será necessário revisar a forma de correção de benefícios sociais e previdenciários atualmente vinculados ao salário mínimo.

Ele argumentou que a medida abriria espaço fiscal para reduzir pressões sobre as contas públicas e contribuir para a estabilidade econômica.

Corte de privilégios

Outro ponto destacado foi a intenção de reduzir benefícios e privilégios considerados excessivos em setores da administração pública.

Renan afirmou que pretende revisar gastos ligados ao Judiciário e defendeu a eliminação de despesas que, na avaliação dele, não seriam prioritárias.

Críticas aos adversários

Durante a entrevista, Renan Santos também criticou outros pré-candidatos à Presidência da República.

Ele afirmou que muitos concorrentes evitam abordar propostas de ajuste fiscal por considerarem que as medidas podem gerar desgaste eleitoral.

Ao citar nomes como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, Renan declarou que pretende cobrar posicionamentos públicos sobre eventuais reformas econômicas e fiscais.

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