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Tarcísio lidera corrida pelo governo de SP e pode vencer no 1º turno

Segundo o Instituto Paraná, governador lidera todos os cenários eleitorais e se destaca como nome mais forte da direita para 2026.

Por Redação
REDAÇÃO

14/10/2025 • 09:39 • Atualizado em 14/10/2025 • 09:39

Urna eletrônica

Urna eletrônica

José Cruz/Agência Brasil

Levantamento exclusivo do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (14) no Jornal Gente, revela que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, mantém alta aprovação popular e lidera com folga todos os cenários simulados para a eleição estadual de 2026. Ele também é apontado como principal nome da direita para a disputa presidencial.

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De acordo com a pesquisa, 65% dos paulistas aprovam a gestão de Tarcísio, enquanto 30% desaprovam. A avaliação detalhada mostra 18% considerando o governo "ótimo", 31% como "bom", e 26% como "regular". Apenas 7% consideram "ruim" e 13% "péssimo".

No cenário estimulado para o governo de São Paulo, Tarcísio venceria todos os adversários no primeiro turno, com ampla vantagem:

Contra Geraldo Alckmin: 48,3% a 27,2%

Contra Fernando Haddad: 50,1% a 25%

Contra Márcio França: 52% a 12%

Segundo Murilo Hidalgo, diretor do instituto, o governador mantém estabilidade desde a última medição. “Ele tem uma vitória garantida no primeiro turno, o que torna difícil a decisão de abrir mão da reeleição para disputar a presidência”, afirma.

Ainda na pesquisa espontânea, Tarcísio aparece com 18% das intenções de voto, enquanto o segundo colocado, Geraldo Alckmin, tem apenas 2%. Haddad pontua 1,5%.

Se decidir concorrer ao Planalto, o prefeito Ricardo Nunes é o nome mais forte para substituí-lo no pleito estadual, com 32% das intenções de voto, à frente de Márcio França (17%) e Érica Hilton (13%).

Sobre os nomes ligados ao governo Lula, o desempenho é considerado fraco. Alexandre Padilha, por exemplo, tem entre 3% e 5% nas simulações. “Padilha hoje teria dificuldade até para uma candidatura majoritária. O nome mais forte do PT segue sendo Haddad”, avalia Murilo.

O estudo revela ainda que Geraldo Alckmin é competitivo apenas na ausência de Tarcísio. Caso Tarcísio opte por disputar a presidência, Alckmin pode retomar protagonismo na disputa estadual.

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