Saúde

São Paulo intensifica vacinação contra sarampo e febre amarela

Ação conjunta entre Ministério da Saúde e prefeitura foca em locais de grande circulação; estratégia inclui 'Dia D' e mobilização para públicos específicos

Da redação
DA REDAÇÃO

12/01/2026 • 17:04 • Atualizado em 12/01/2026 • 17:04

Vacina contra o sarampo

Vacina contra o sarampo

Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo

A cidade de São Paulo inicia, nesta segunda-feira (12), uma mobilização para intensificar a vacinação contra o sarampo e a febre amarela em todo o município. A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Saúde em parceria com a prefeitura da capital, surge como resposta estratégica após a confirmação de dois casos importados de sarampo registrados em abril e dezembro do ano passado.

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A campanha prioriza pontos estratégicos com alta concentração de pessoas para facilitar o acesso às doses. Entre os locais que receberão atenção especial estão terminais rodoviários, estações de metrô, aeroportos e shoppings. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é a ferramenta fundamental para a prevenção e o controle das doenças.

Cronograma de ações e Dia D

A estratégia de imunização conta com datas específicas para diferentes perfis da população. O ponto alto da campanha será o "Dia D" de mobilização nacional, agendado para o próximo dia 24 de janeiro, voltado para o público em geral. Antes disso, entre os dias 19 e 23 de janeiro, a prefeitura realizará ações direcionadas a categorias profissionais específicas.

Nesta etapa intermediária, o foco serão trabalhadores que possuem contato direto com viajantes ou grande circulação de pessoas, como:

Profissionais da segurança pública;

Taxistas e motoristas;

Trabalhadores do setor hoteleiro.

Cobertura vacinal e prevenção

O principal objetivo da força-tarefa é ampliar a cobertura vacinal na capital paulista e, consequentemente, reduzir o número de indivíduos suscetíveis ao sarampo e à febre amarela. A preocupação das autoridades sanitárias é evitar a circulação viral no município após os registros de casos vindos de fora.

O Ministério da Saúde reforça que manter a caderneta de vacinação atualizada é a única forma de garantir a proteção coletiva e individual contra essas enfermidades. As unidades de saúde e postos volantes estarão abastecidos para atender a demanda ao longo de todo o período da campanha.

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