Resumo
As exportações brasileiras de ovos atingiram 2.939 toneladas em fevereiro de 2026, representando aumento de 16,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, com receita de US$ 6,175 milhões, crescimento de 25,1% no período.
O acumulado do primeiro bimestre registrou embarques de 6.025 toneladas, alta de 23,4% frente ao ano anterior, e receita total de US$ 12,583 milhões, avanço de 37,9% na comparação anual.
Os principais destinos das exportações foram Chile, Emirados Árabes Unidos, Japão e México, com destaque para fortes aumentos nas compras do Chile e do Japão, e a Associação Brasileira de Proteína Animal atribui o desempenho à diversificação de mercados e maior competitividade do produto brasileiro.
As exportações brasileiras de ovos — considerando produtos in natura e processados — somaram 2.939 toneladas em fevereiro, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa alta de 16,3% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram embarcadas 2.527 toneladas.
Em receita, as vendas externas alcançaram US$ 6,175 milhões no período, avanço de 25,1% na comparação anual. Em fevereiro do ano passado, o faturamento havia sido de US$ 4,936 milhões.
No acumulado do primeiro bimestre, os embarques totalizaram 6.025 toneladas, crescimento de 23,4% frente às 4.884 toneladas registradas nos dois primeiros meses de 2025. A receita somou US$ 12,583 milhões, alta de 37,9% na mesma base de comparação. No ano passado, o setor havia obtido US$ 9,122 milhões no período.
Entre os principais destinos das exportações brasileiras de ovos em fevereiro estão o Chile, com 767 toneladas, aumento de 156,8% em relação ao mesmo mês do ano passado; os Emirados Árabes Unidos, com 531 toneladas, queda de 3,1%; o Japão, com 524 toneladas, alta de 143,5%; e o México, com 284 toneladas, crescimento de 12,7%.
Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os resultados refletem a ampliação dos mercados compradores do produto brasileiro.
“Os resultados deste início de ano mostram um crescimento consistente das exportações, com destaque para mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. A diversificação de destinos e a competitividade do produto brasileiro têm ampliado o espaço da nossa produção no comércio internacional, consolidando gradualmente a cultura exportadora do setor de ovos”, afirmou.
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