Resumo
A produção de mandioca em Goiás teve crescimento de 83% entre 2016 e 2025, com o valor bruto da produção saltando de R$ 116 milhões para R$ 213 milhões, impulsionado pela expansão de área e políticas públicas de incentivo ao escoamento e beneficiamento.
O volume total produzido alcançou 194 mil toneladas, resultado atribuído a iniciativas como o programa "Fábrica Móvel de Farinha" e o Programa de Aquisição de Alimentos, que facilitam a transformação da matéria-prima e garantem mercado ao produtor rural.
O setor leiteiro entregou manifesto ao governador de Santa Catarina propondo seis metas prioritárias, incluindo criação do Instituto Nacional do Leite, controle de importações, estímulo ao consumo, apoio financeiro e parcerias para aprimoramento de dados estatísticos, visando enfrentar a crise na cadeia produtiva.
O Paraná lidera registros de ferrugem asiática na soja, com 136 casos confirmados em uma safra que já ultrapassa 300 ocorrências no Brasil, sendo a doença capaz de reduzir a produtividade em até 90% se não houver controle adequado.
A Embrapa destaca a importância do monitoramento constante, respeito ao vazio sanitário e aplicação preventiva de fungicidas para mitigar prejuízos econômicos, especialmente em regiões com alta umidade e temperaturas elevadas.
A produção de mandioca em Goiás registrou um crescimento expressivo de 83% entre os anos de 2016 e 2025, com o valor bruto da produção (VBP) saltando de R$ 116 milhões para R$ 213 milhões. O avanço consolidado no período reflete tanto a expansão da área destinada ao plantio quanto o impacto direto de políticas públicas de incentivo ao escoamento e beneficiamento da raiz no estado.
Conforme dados da Secretaria de Agricultura de Goiás, o volume total produzido também acompanhou a curva de ascensão, atingindo a marca de 194 mil toneladas. Esse resultado é atribuído a iniciativas estratégicas como o programa "Fábrica Móvel de Farinha" e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que facilitam a transformação da matéria-prima e garantem mercado para o produtor rural.
Setor Leiteiro entrega manifesto por "Dignidade" em SC
Em outra frente do agronegócio nacional, a União Nacional dos Produtores de Leite entregou ao governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, um manifesto intitulado "Leite com Dignidade". O documento propõe seis metas prioritárias para enfrentar a crise que atinge a cadeia produtiva leiteira, focando na regulação do mercado e no alívio financeiro dos produtores.
Entre as principais reivindicações do setor estão:
Criação do Instituto Nacional do Leite: focado na regulação de preços e margens de comercialização.
Controle de importações: medidas para frear a entrada de lácteos vindos do Mercosul.
Estímulo ao consumo: campanhas nacionais para fomentar a demanda interna por produtos derivados.
Apoio financeiro: abertura de novas linhas de crédito específicas para produtores endividados.
O manifesto também solicita parcerias com o IBGE para o aprimoramento de dados estatísticos no próximo Censo Agropecuário, visando políticas públicas mais precisas para o setor.
Paraná Lidera Casos de Ferrugem Asiática na Soja
Na área fitossanitária, a preocupação recai sobre a soja. O Brasil já ultrapassou a marca de 300 registros de ferrugem asiática na safra atual, sendo o Paraná o estado mais afetado, com 136 casos confirmados. A doença é considerada uma das mais severas para a cultura, podendo reduzir a produtividade em até 90% se não houver controle adequado.
A Embrapa reforça a necessidade de monitoramento constante, especialmente em regiões com histórico de alta umidade e temperaturas elevadas, condições que favorecem a proliferação do fungo. Especialistas ressaltam que o respeito rigoroso ao calendário de vazio sanitário — período em que é proibido manter plantas vivas de soja no campo para quebrar o ciclo do fungo — e a aplicação preventiva de fungicidas são as medidas mais eficazes para mitigar prejuízos econômicos.
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