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Robô criado por estudantes entra na lavoura para ajudar no plantio da safra

Protótipo foi fabricado com impressora 3D e é capaz de distribuir sementes no meio da palhada

Por Redação
REDAÇÃO

09/10/2025 • 09:21 • Atualizado em 09/10/2025 • 09:21

Resumo

Estudantes de Uberlândia desenvolvem robô para otimizar cultivo de hortaliças. O robô, equipado com inteligência artificial e sensores de precisão, foi criado para plantar sementes e monitorar o crescimento das plantas, visando atender às necessidades do produtor rural.

Projeto resulta de colaboração entre cursos de Engenharia de Controle e Automação e a Universidade do Agro. Juliana Santos, coordenadora de Agronomia, destaca que o objetivo é facilitar o trabalho no campo, reduzir custos e otimizar o processo de plantio.

Utilização da impressão 3D no desenvolvimento do robô é uma das inovações do projeto. Os estudantes destacam a importância desta tecnologia para reduzir custos de produção das peças, tornando o projeto mais acessível e ajustado às necessidades do campo.

Estudantes de Uberlândia, em Minas Gerais, desenvolveram um robô inovador com o objetivo de otimizar o cultivo de hortaliças através da tecnologia e sustentabilidade. O robô, que foi criado para plantar sementes e monitorar o crescimento das plantas, é um projeto que integra inteligência artificial e sensores de precisão.

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O projeto, que surgiu da colaboração entre os cursos de Engenharia de Controle e Automação e a Universidade do Agro, tem como foco principal atender às necessidades do produtor rural. "O objetivo é atender o produtor rural", explicou Juliana Santos, coordenadora do curso de Agronomia. Esta iniciativa visa não apenas facilitar o trabalho no campo, mas também reduzir custos e otimizar o processo de plantio.

Uma das grandes inovações do projeto é a utilização da impressão 3D para a criação das peças do robô. "A gente quis utilizar a impressão 3D", diz um dos estudantes, destacando a importância dessa tecnologia para viabilizar o custo das peças sem necessidade de grandes investimentos. Segundo os estudantes, o uso do software 3D permite a produção de peças de maneira mais acessível e ajustada às necessidades do projeto.

Atualmente, o protótipo do robô já está em fase de desenvolvimento e a expectativa é que, em seis meses, esteja pronto para ser testado em campo. Após essa fase de testes, o robô deverá receber novas adaptações para que possa executar outras funções além de plantar sementes e monitorar o crescimento das plantas.

Além dos benefícios diretos para a agricultura, o projeto também tem um impacto significativo na formação dos estudantes. A integração da engenharia de automação com a agronomia proporciona uma percepção ampliada da aplicação de suas habilidades e conhecimentos, além de contextualizar a importância de suas produções no âmbito agrícola.

Com a implementação dessa tecnologia no campo, espera-se que haja uma redução no êxodo rural, mantendo mais jovens nas áreas agrícolas com a utilização de tecnologias avançadas como a inteligência artificial aliada à agricultura de precisão. "É muito interessante, dá gosto de ver a tecnologia no campo", concluiu um dos estudantes, evidenciando o entusiasmo e o potencial transformador do projeto.