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Um em cada quatro peixes de cultivo é produzido no Paraná

A participação do Paraná na piscicultura aumentou 25% em 2024, aponta PeixeBR

Por Redação
REDAÇÃO

26/02/2025 • 12:28 • Atualizado em 26/02/2025 • 12:28

Processamento de filé de tilápia em frigorífico

Processamento de filé de tilápia em frigorífico

Divulgação/PeixeBR

O modelo de cultivo de peixes adotado no Paraná, com destaque para o cooperativismo e a formação de núcleros de pescadores independentes, levou a região a aumentar em 17,3% a produção de peixes de cultivo em 2024. O Paraná produziu 250.315 toneladas de peixes, um a cada quatro produzidos no país.

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Esses números excepcionais somente foram superados, em percentual de crescimento, pelo Mato Grosso do Sul (+18,77%) e Minas Gerais (+18,18%) no ranking dos 10 Maiores Produtores de Peixes de Cultivo do país.

O ranking mostra que o maior estado produtor de peixes nativos (Rondônia) caiu da 4ª para a 5ª posição entre os líderes em peixes de cultivo. Santa Catarina assumiu a 4ª posição.Sétimo maior produtor, Mato Grosso foi o único estado do top 10 a não crescer (-0,08%). Rondônia também se mostrou estável (+0,07%).

Entre os 10 principais produtores da piscicultura, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Pernambuco cresceram acima da média nacional (9,21%).

Juntos, os estados da região Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul produziram, em conjunto, 333.815 toneladas, número 12,7% superior ao do ano anterior (296.200 t).

Em termos percentuais, porém, o sudeste liderou em produção, em 2024, com salto de 14,12%, aponta o levantamento da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). A região está agora com 189.380 toneladas – foram 165.950 t no ano anterior. Com esse desempenho, o sudeste superou o nordeste como a segunda região mais produtiva. Mesmo assim, no nordeste teve bom desempenho: +7,93%.

A região norte teve o pior desempenho no ano passado. A produção de 143.190 t foi praticamente a mesma de 2023 (143.096 t).

Outro destaque positivo foi o Centro-Oeste, cuja produção oscilou bastante nos últimos anos. Em 2024, a região cresceu 6,34%, chegando às 117.880 toneladas.