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Defesa do vereador Lórens Nogueira fala sobre operação do Gaeco

Vereador do PP pediu saída do Conselho de Ética e diz que vai prestar esclarecimentos nos autos

Da redação
DA REDAÇÃO

27/05/2026 • 10:26 • Atualizado em 28/05/2026 • 08:54

Lórens Nogueira, do PP, é investigado pelo Gaeco por rachadinha, e vereadores pedem abertura de processo de cassação na Câmara

Lórens Nogueira, do PP, é investigado pelo Gaeco por rachadinha, e vereadores pedem abertura de processo de cassação na Câmara

Foto: Rodrigo Fonseca/CMC

A defesa do vereador Lórens Nogueira, do PP, informou que teve acesso aos autos do processo relacionado à Operação Déjà-vu e iniciou a análise técnica para a adoção das medidas jurídicas cabíveis.

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O parlamentar é investigado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o Gaeco, do Ministério Público do Paraná, em uma apuração sobre suspeita de rachadinha e peculato em Curitiba.

A operação foi deflagrada na manhã de terça-feira, 26, com o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao vereador.

Defesa diz que vai agir pelas vias legais

Em nota, a defesa afirmou que todos os esclarecimentos serão prestados no momento oportuno, dentro dos autos e pelas vias legais adequadas.

Os advogados também informaram que o vereador apresentou pedido de desligamento do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Curitiba.

Segundo a defesa, a medida foi tomada para preservar a regularidade dos procedimentos e evitar questionamentos sobre a condução dos trabalhos.

Pedido de cassação deve respeitar ampla defesa, diz nota

A manifestação também cita o pedido de cassação apresentado contra Lórens Nogueira na Câmara Municipal de Curitiba.

Sobre o tema, a defesa afirma que qualquer iniciativa dessa natureza deve respeitar o devido processo legal, a ampla defesa, o contraditório e a presunção de inocência.

O pedido contra o vereador foi encaminhado à Corregedoria da Câmara, que fará a análise preliminar do caso. Essa etapa pode indicar eventuais medidas regimentais, incluindo a abertura de processo disciplinar.

Operação apura suspeita de rachadinha

A Operação Déjà-vu investiga suspeita de prática de rachadinha e peculato. Segundo o Ministério Público do Paraná, a apuração busca verificar se houve desvio de recursos públicos a partir da remuneração de servidores ligados ao gabinete do parlamentar.

O caso segue em investigação pelo Gaeco. O material apreendido na operação deve passar por análise dos investigadores.